| Células-tronco |
| |
| Coleta e Custo |
| |
| Notícias |
|
|
| Coleta e Custo | Dúvidas mais comuns |
| |
| Dúvidas comuns |
| |
Célula-tronco ou célula mãe é uma célula indiferenciada, capaz de se transformar em todos os tipos de células que formam os diferentes tecidos do corpo humano. Por isso,elas são capazes também de regenerar órgãos e tecidos lesionados, promovendo a recuperação dos mesmos. Este tipo de tratamento chama-se TERAPIA CELULAR.
As células-tronco podem ser usadas para recuperar doenças derivadas do sangue, tais como: Leucemias e demais anemias. Outras doenças estão em fase de pesquisa, algumas fase III (em humanos) e apresentando resultados surpreendentes, como: Diabetes tipo I (Dr. Voltarelli, USP - Ribeirão Preto), Cirrose (Dr. Ricardo Ribeiro, FIOCRUZ), Insuficiência Cardíaca, Infarto e Chagas (Ministério da Saúde c/ coordenação do InCOR), Esclerose Múltipla (Dra. Mayanna Zatz, USP), Traumatismo de Medula (Departamento de Ortopedia - Unicamp), Alzheimer e Parkinson (Dr. Jaderson A. Costa, PUC-RS), entre outras.
As células-tronco do sangue do cordão umbilical tem o menor custo benefício entre as outras fontes de células-tronco (dez vezes menos que a coleta da célula-tronco do adulto); sua coleta não é invasiva, isto é, não afeta o bebê ou a mãe, e tem DISPONIBILIDADE IMEDIATA, como grande fator de vantagem pois se houver necessidade de um transplante não dependerá de se localizar um doador compatível. É sabido que as células-tronco do sangue do cordão umbilical tem uma atividade 8 vezes maior que as células-tronco do adulto retiradas da medula óssea.
São 3 as principais fontes de células-tronco: as embrionárias, que apesar de totipotentes, servem apenas para estudo ou clonagem, pois são em quantidade reduzida (100 a 120 células). Estas células são polêmicas, pois para seu uso, é necessário destruir o embrião. A segunda fonte de células-tronco são as retiradas do sangue do cordão umbilical, pois na hora do nascimento do bebê, estas células estão migrando do fígado e do baço para a medula óssea, e assim se consegue coletar um grande número de células (mais de 500 milhões), o suficiente para no mínimo um tratamento. Estas células são multipotentes e podem se transformar em qualquer tipo de tecido do organismo. A terceira fonte de células-tronco é a medula óssea do adulto. Para retirá-las, são necessárias varias punções na crista ilíaca da bacia (em torno de 200), sob anestesia.Além de se tratar de um procedimento cirúrgico, pode causar um grande desgaste neste osso, levando a problemas futuros, como fraturas e osteoporose. Em alguns casos, este procedimento não pode ser feito, devido doenças previas ou antecedentes como alcoolismo ou uso de drogas. Outra maneira de se coletar as células-tronco no adulto é através do uso de quimioterápicos que estimulariam uma grande produção da medula, fazendo com que estas células extravasassem para o sangue periférico. Este procedimento é muito arriscado, pois além de usar medicamentos muito fortes com muitos efeitos colaterais, poderia levar a uma aplasia da medula óssea, causando mais um problema grave neste paciente.
O uso das células-tronco vem desde 1968, quando começou a se falar de transplante de medula.Este nada mais é que um transplante de células-tronco do adulto, isto é, retiradas da medula óssea de alguém sadio para uso de algum paciente compatível.Devido a dificuldade de compatibilidade (são necessárias 1.000.000 de amostras para se achar uma compatível), este procedimento se torna difícil e demorado. As células-tronco do sangue do cordão umbilical começaram a ser usadas em 1988 na França e devido a sua facilidade de obtenção, disponibilidade imediata e maior facilidade para compatibilidade fazem dela hoje a principal fonte de células-tronco em uso. Para que alguém da população em geral ache um cordão compatível, bastam 12.000 amostras.
Pesquisas mostram que materiais biológicos, como as células-tronco, quando armazenadas a uma temperatura de -133º Celsius, tem uma pausa em seu metabolismo (metabolismo zero), podendo ser reativadas após tempo indefinido, para o uso. No CCB as células-tronco, são armazenadas em nitrogênio líquido, e devido a isto mantidas a uma temperatura constante de -196º C, o que dá uma margem de segurança de 63º C. Podemos concluir então que estas células duram eternamente. O banco mais antigo de criogenia que existe, é o de esperma e já tem 21 anos, com o material em perfeitas condições. Para sangue, o mais antigo é o de NYC, com 18 anos.
Imediatamente após o nascimento do bebê, na sala de parto, quando o obstetra corta o cordão umbilical, uma enfermeira da equipe do CCB ou o próprio obstetra, fará uma punção na veia e na artéria do cordão umbilical que ainda está ligado a placenta dentro do útero e removerá todo o sangue nele contido para uma bolsa estéril própria para coleta de sangue. Não é um processo invasivo, nem doloroso, pois não toca no bebê e nem na mãe. Quando a placenta se solta do útero, e já fora do campo cirúrgico, com uma seringa, aspira-se ainda mais sangue que será adicionado à bolsa coletora. Este material tem entre 70 a 150 ml, e será encaminhado ao CCB, onde será processado, congelado e armazenado a -196º.
Todo material da coleta é fornecido através de um KIT pelo CCB, portanto não pode ser cobrado pela maternidade. Algumas maternidades cobram uma taxa de sala, pois usamos roupa estéril para coleta, que obrigatoriamente tem que ser fornecida pelo hospital. Os médicos também nada cobram por este procedimento.
Por ser um procedimento onde pode existir urgência (prematuridade do parto), é de bom senso manter um contato conosco um mês antes da data provável do parto. Em casos de urgência, basta nos telefonar (24H) que sempre será enviado um profissional para o local da coleta. Para quem quer adiantar os pagamentos, o contato deve ser feito logo após a confirmação da gravidez.
A ANVISA, órgão que regulamenta os bancos de sangue, proíbe a coleta do sangue do cordão para gravidez inferior a 31 semanas, pois a quantidade de sangue coletada pode ser insuficiente para uso, porém existem algumas ressalvas e até mesmo indicações de coleta para estes casos, e todos podem e devem ser analisados individualmente.
Entre em contato com o CCB através de nossos telefones de urgência, e enviaremos uma enfermeira especializada de nossa equipe para a coleta, que fica de plantão 24H.
- Enfermeira Responsável - Caroline: (11) 9991-9825
- Enf°. Reginaldo: (11) 9991-9659
- Dra. Sally ou Dra. Raquel: (11) 9507-4317
- Bióloga Carla: (11) 9992-1071
- Dr. Alexandre: (11) 9957-2480
É uma instituição governamental que se propõe a coletar armazenar e distribuir células-tronco do sangue do cordão umbilical, para a população em geral. Por enquanto no Brasil só existem dois locais públicos de coleta de células-tronco: um no Rio de Janeiro (INCA) e outro em São Paulo no Hospital Israelita Albert Einstein, no bairro do Morumbi.
Não. As células-tronco disponíveis nos bancos públicos são destinadas às pessoas que apresentam doenças curáveis com a terapia celular e que sejam compatíveis com as amostras lá armazenadas.
Cada sangue de cordão que chega ao CCB para ser processado e estocado recebe um número de identificação único, que é anexado a bolsa de transferência e a bolsa criogênica. Esta identificação é dupla, em etiqueta metálica com código de barras e em escrita manual com caneta criogênica para resistir ao congelamento. Dentro dos contêineres, as amostras são administradas através de um programa específico de computador, fornecido pela mesma empresa que fornece os contêineres e o nitrogênio líquido. Este programa tem dois tipos de backup, que garantem a continuidade das informações.
Acesse a página: coleta e custo
O CCB esta aberto para o público desde setembro de 2004, porém desde janeiro de 2003, estamos trabalhando para ajustar todos os equipamentos que foram importados da França e treinando nossos(as) funcionários(as).
Os pais ou responsáveis pelas células-tronco criopreservadas, devem entrar em contato com o CCB com um pedido do Médico especialista que fará o transplante. Através de contêiner portátil com nitrogênio líquido a -196ºC, as células-tronco serão acondicionadas e encaminhadas ao médico responsável pelo tratamento, diretamente ao hospital indicado. O custo necessário para realizar o transporte em território nacional, será de responsabilidade do CCB.
Sim. Cada filho tem um perfil genético único e a probabilidade de irmãos serem perfeitamente compatíveis é de 1 para 4. Isto inclui também os consangüíneos, como pais e avós. A chance destas células serem utilizadas com sucesso em pessoas de sua família são muito maiores (70%) do que as de um doador sem nenhum parentesco.
Se isto acontecer um dia... as células-tronco armazenadas no CCB serão transferidas para outro banco de sangue de células-tronco autólogo, que continuará mantendo-as em perfeitas condições, pois os contêineres, permitem uma lacração e transporte, sem qualquer dano às células-tronco lá armazenadas. Este processo, está explicito no contrato do CCB.
Também previsto em contrato, após dois anos sem pagamento de manutenção, e sem condição de localizar os responsáveis pela amostra, este sangue será desprezado.
Se em sua cidade já existir um coletor do CCB, ele fará todo o tramite necessário. Caso isto não ocorra será enviado ao seu obstetra, um KIT COLETA juntamente com manual de coleta minucioso, além de contato telefônico para elucidar qualquer dúvida. O reenvio do material coletado para nosso laboratório, poderá ser feito num prazo máximo de 48H por via aérea em embalagem apropriada, que será enviada juntamente com o KIT.
- Transporte aéreo TAM: 0800-562211 / (11) 5079-9999
- Transporte aéreo WORLD COURIER: (11) 5591-6262
- Transporte aéreo OCASA INTERNACIONAL: 0800-7705450
- Transporte aéreo VARIGLOG: (11) 3354-1828 ou (11) 5034-7239
Se forem univitelinos, será feita uma única coleta para os dois. Se forem de bivitelinos, serão feitas duas coletas. A segunda tem um desconto de 50% em nossos preços.
Acesse a página: coleta e custo
Aconselhamos sempre o contato antecipado para preparação de toda a documentação. Caso não seja possível, ligue para nossos telefones de urgência, solicite a coleta, assim que o profissional chegar ao local, o pai deverá assinar o contrato antes de ser realizada a coleta, de acordo com a ANVISA. O profissional capacitado ficará responsável de levar um kit até o hospital, duas vias do contrato e documentação.
|
 |
|
|
| Conheça o CCB |
| |
| Credenciados CCB |
| |
 |
| |
|
|
| |
 |
|