Vídeo CCB | Missão | Equipe | CCB: a melhor escolha     CENTRAL DE ATENDIMENTO 24H
Células-tronco
História
Depoimentos
Locais de estudos
 
Coleta e Custo
Como funciona
Custos da coleta
Manual de coleta
Vídeo sobre a coleta
Dúvidas comuns
Contrato de serviço
Quero coletar
Protocolos
 
Notícias
Notícias semanais
Artigos especiais
 
 
 
 
 
Notícias CCB | Fonte: Ciência Hoje - 05 de abril de 2009
 
Células-tronco para os rins
 

Os portadores de insuficiência renal crônica podem ter, dentro de alguns anos, uma opção de tratamento capaz de aumentar o funcionamento dos rins.

Após introduzir células-tronco retiradas da medula óssea de ratos saudáveis em outros com insuficiência renal, pesquisadores paulistas detectaram que a técnica gerou uma reversão do quadro da doença. Se resultados similares forem obtidos em humanos, o método poderia dispensar a diálise.

Os resultados do estudo, realizado por uma equipe da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), foram aceitos para publicação na revista Stem Cells. “Existem muitos estudos sobre células-tronco, mas nenhum ainda havia sido feito no tratamento de insuficiência renal crônica”, afirma a médica Lúcia Andrade, da Faculdade de Medicina da USP.

Andrade e sua equipe induziram a insuficiência renal em ratos por meio da retirada de um rim inteiro e dois terços do outro, reduzindo a função renal dos roedores para 20% — o que, em um humano, equivaleria à necessidade de diálise. A diálise é um processo de filtragem artificial de substâncias indesejáveis no sangue que os rins já não conseguem mais filtrar, como a ureia.

Cento e vinte dias após a introdução das células-tronco da medula óssea de animais saudáveis, a equipe detectou um aumento de 30% na função renal das cobaias com insuficiência renal induzida.

“Um ser humano com 50% de função renal não necessita de diálise”, afirma a médica. “Ele teria uma vida normal, com uma dieta específica e medicamentos para controle da doença.”

Segundo Andrade, as células-tronco melhoram a função renal porque migram para o tecido lesionado e liberam tanto substâncias inibidoras dos agentes inflamatórios responsáveis pela insuficiência renal quanto elementos que induzem a regeneração das células do rim.

“Muitos acreditam que as células-tronco migrem para o tecido, diferenciem-se em células específicas e assim o regenere”, explica a médica. “Mas, de acordo com nossos estudos, acreditamos que o mecanismo de ação das células-tronco seja mais imunológico que regenerativo”, defende.

Quatro grupos - No estudo conduzido por Andrade, foram utilizados quatro grupos de 10 ratos: um sem sofrer qualquer intervenção; outro com a capacidade renal reduzida, mas sem receber tratamento; outro que recebeu uma aplicação de células-tronco no 15º dia após a retirada dos rins; e outro que recebeu três aplicações quinzenais, também a partir do 15º dia.

Não foi detectada qualquer diferença entre os grupos que receberam uma ou três aplicações, e a função renal do grupo que não recebeu tratamento permaneceu em 20%. “Isso indica que o importante não é a quantidade de células, mas o seu tipo”, ressalta Andrade.

O grupo pretende agora verificar se o tempo em que a aplicação é feita influencia os resultados. “Como a maioria dos pacientes com insuficiência renal crônica começa a receber tratamento em estágios mais avançados da doença, queremos simular essa situação com ratos”, explica a médica.

Além disso, Andrade e sua equipe testarão este ano a aplicação de células-tronco em cães e gatos com a doença. Estudos como esse são fundamentais para viabilizar no futuro a aplicação de células-tronco em seres humanos com insuficiência renal crônica. Apesar de promissor, no entanto, esse ainda é um horizonte relativamente distante.

“Precisamos ter mais segurança na administração das células-tronco e na sua caracterização”, ressalva Andrade.

“Elas podem migrar para outros tecidos que não o desejado, e há casos em que se diferenciam em células cancerosas”, atenta.

Comentário CCB:

As células-tronco tem a capacidade de se transformar em 216 tipos diferentes de células, que formam nosso organismo. As técnicas para se poder usufruir desta propriedade, aos poucos vai sendo colocada em prática para a população em geral.

 
Enviar o link desta página para um email
 
Topo da página                                                                                                 Voltar
 
Conheça o CCB
Equipe
Missão
Escolha o CCB
Vídeo CCB
Centro de Pesquisa
Fale com o CCB
Mapa de localização
Indique este site
Certificações CCB
Trabalhe no CCB
Cursos/Workshops
Links importantes
 
Credenciados CCB
 
Nossos parceiros
Seja parceiro CCB
 
CCB recomenda
 
 
© CCB - Centro de Criogenia Brasil | 2003 - 2009 | Empresa filiada à ACTSP - Associação de Células-tronco de São Paulo